Quinta-feira, 21 Junho, 2018

Presidente da Assembleia Geral do CNP interrompe eleições.

Eleições para os Órgãos Sociais do Clube Naval de Portimão foram interrompidas pelo presidente da Assembleia Geral.
O acto eleitoral agendado para este sábado, e ao qual concorriam duas listas, foi interrompido por José Casimiro, presidente da mesa da Assembleia Geral, que trazia uma declaração de justificação do seu ato, entregando uma cópia ao representante de cada uma das listas concorrentes presentes na mesa de voto.
Na sua «comunicação», começou por dizer que «no decorrer do ato eleitoral foram detetadas suspeitas de graves irregularidades que punham em causa o bom nome do Clube Naval de Portimão».
Entre elas, José Casimiro aponta a «votação de sócios sem a situação financeira regularizada junto do clube», «obtenção de procurações de forma suspeita” e ainda «representação de sócios sem capacidade de votação de acordo com o Regulamento Geral Interno».
Depois, retirou a urna, que foi guardar no gabinete da Direção, e abandonou o local.
Mais tarde, o presidente da Direção, Tito Januário, convocou uma reunião dos associados presentes, onde pontuavam membros das duas listas.
Foi decidido entregar a urna selada à Polícia Marítima, para depósito, até que se decida o que fazer.
Tito Januário prometeu convocar uma reunião urgente com José Casimiro para analisar os factos e, só depois, virá a ser decidido se serão convocadas novas eleições, ou se recomeça o ato eleitoral que foi interrompido, como pretende a Lista B.

A reunião já foi marcada. Realiza-se esta noite, pelas  21h00, com a Direção do Clube Naval de Portimão.

Entretanto, há novos desenvolvimentos…. Após a reunião desta 3ª feira  (28 maio), entre o Presidente e o Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral e representantes das duas listas concorrentes às eleições para os Órgãos Sociais do Clube Naval de Portimão, ficou decidido continuar, no dia 2 de Junho, entre as 10 e as 13 horas, o ato eleitoral que foi interrompido no passado sábado, por José Casimiro, presidente da mesa da Assembleia Geral, que numa declaração de justificação do seu ato, disse terem sido detectadas suspeitas de graves irregularidades que punham em causa o bom nome do Clube Naval, nomeadamente a «votação de sócios sem a situação financeira regularizada junto do clube», «obtenção de procurações de forma suspeita” e ainda «representação de sócios sem capacidade de votação de acordo com o Regulamento Geral Interno».