Sexta-feira, 23 Agosto, 2019

Picadas, mordeduras e ferroadas – tudo o que precisa saber

Era um domingo tranquilo. Lá fora fazia muito calor, resolvo regar as flores e de repente sou ferroada por um insecto, que apareceu não sei de onde….Largo a mangueira e lá vou a correr para dentro de casa aos ais e uis, com dores e a pedir ao marido e ao filho mais novo que procurassem o ferrão. Não havia ferrão e minutos depois vê-se uma mancha branca muito pequenina, tinha sido mordida no cotovelo! Pensei, não é nada de grave e isto passa. Vai inchar, mas num espaço de 24 horas estarei melhor. Coloquei um gel para picadas e de vez em quando gelo para não inchar. Resumindo: em vez de ficar melhor, o meu braço foi inchando cada vez mais, uma mancha vermelha foi crescendo, sentia um calor anormal e comichão, muita comichão acompanhada de dor. Terça feira, às 11:15, entro na triagem das urgências do Hospital de Portimão. O médico que me atende, diz-me que já tenho uma infecção. Antibiótico, paracetamol e outros medicamentos na veia. Saí de lá, eram 14:15, com o braço inchado mas sem dores. Hoje, 5ª feira, a mancha está menos visível, o braço menos inchado. Estou melhor, pudera ando a tomar uma panóplia de medicamentos! Com base no meu caso pessoal, pensei que teria o mote ideal para a crónica da Isabel, que poderá ouvir na Rádio Portimão, todas as 4ªs feiras, às 13:30, no programa Intervalo. Uma coisa aprendi, de hoje em diante vou substituir o perfume, por um anti-repelente, não vá o diabo tecê-las! Beijinhos.

Isabel Costa