Quarta-feira, 12 Dezembro, 2018

O incêndio de Monchique ativo há cinco dias está descontrolado.

O combate ao incêndio que deflagrou sexta-feira em Monchique tem sido dificultado pela intensidade e constantes mudanças de direção do vento e pela dificuldade de acesso dos meios terrestres ao terreno devido à densa vegetação existente.
O fogo já consumiu entre 15 mil a 20 mil hectares.
O incêndio de Monchique ativo há cinco dias está descontrolado.
Esta manhã o vento que se faz sentir junto a Monchique é forte, há muito fumo, o que dificulta os trabalhos dos bombeiros.

As reativações devido ao vento, já provocou o corte da estrada nacional 266, entre o Porto de Lagos e Monchique.

O incêndio já provocou 29 feridos, um em estado grave.
As situações mais preocupantes são na zona da Fóia e na Cascalheira, em Monchique, e também na barragem de Odelouca, já no concelho de Silves.
Entretanto foram reforçados os meios de combate ao incêndio. A página da Proteção Civil na internet dá conta de mais de 1100 operacionais no terreno, com o apoio de 340 viaturas, e quatro helicopteros.

Os habitantes que foram retirados das habitações ameaçadas pelas chamas foram encaminhados para a vila de Monchique. Dizem-se preocupados, afirmam que os bombeiros não estavam junto às habitações e desconhecem o estado das mesmas.

O incêndio de Monchique começa a ceder.

95% do perímetro do fogo dominado e cerca de 20 mil hectares ardidos.

Em atualização (15:10)

 

Perto de 13 mil hectares já ardidos: são estes os números fornecidos pelo mapeamento territorial, feito através do sistema de emergência da União Europeia (UE) de navegação por satélite Copernicus.

De acordo com o nosso colega José Garrancho, a zona das Caldas de Monchique, já está fora de perigo.

O fogo dirige-se para S. Marcos da Serra, concelho de de Silves.

Em atualização (13:00)